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Botafogo 1 x 1 Cabofriense


Era um jogo somente pra cumprir tabela, e o Fogão jogou com 7 reservas. Estádio vazio, não mais do que 5 mil pessoas, sendo 3 mil e poucos pagantes. Não se esperava muito, e realmente não foi muito. Cabofriense saiu na frente, em um lance de bola parada em que a defesa cochilou, e Fabinho cabeceou sozinho. O resto do primeiro tempo foi morno, a(o) Cabofriense jogando atrás, e o Bota correndo atrás do gol de empate, mas muito pelo meio, sentindo a ausência de Jorge HenrY. Chegou a marcar, com Triguinho em posição de impedimento.

Já no começo do segundo tempo, a(o) Cabofriense ficou com um a menos após carrinho por trás desnecessário de Marcos Marins na intermediária, tentando parar o contra-ataque alvinegro. Daí pra frente foi ataque contra defesa, com um ou outro contra-ataque rápido, mas o time da região dos lagos soube resistir aos ataques, deu sorte em alguns lances (desvio de Escalada que Gatti pegou “no susto”, com o pé, e virada de Fabio Renato “D2″ Silva no travessão), e só sofreu o empate após um pênalti sofrido por Triguinho pela esquerda, e cobrado “com paradinha” por Lúcio FRaCo. Logo em seguida o Botafogo teve outra grande chance. Renato “D2″ Silva escorou de cabeça, Gatti fez grande defesa, Fábio pegou o rebote, mas o goleiro do Cabofriense pegou novamente.

Destaque para Renato “D2″ Silva, que não perdeu uma, e chegou até a apoiar pela direita e concluir em boas oportunidades. E para Lúcio FRaCo, que entrou até em divididas. Escalada parece fora de ritmo de jogo, mas há esperanças. Eduardo tem a personalidade que precisa na zaga, driblou, chutou a gol, jogou na zaga pela esquerda e depois foi pra volante, mas ainda tem que se entrosar melhor. Adriano (in)Felício não jogou nada. Robston também não foi muito bem.

Cuca vai poupar mais gente para o próximo jogo, bom para os reservas se entrosarem. Renato Silva, Alessandro, Túlio e Ferrero estão pendurados.

Melhores Momentos – Globoesporte.com

BOTAFOGO 1 x 1 CABOFRIENSE  
Renan
Renato Silva
Edson
Eduardo
(Marcelinho)
Alessandro
Robston
(Escalada)
Túlio
Adriano Felício
Abedi
(Lucio Flavio)
Triguinho
Fábio
T: Cuca
Gatti
Leandro Amaro
Douglas Assis
Mirita
(Oziel)
Tenório
Márcio
Marcos Marins
Têti
(Lucas Chiaretti)
Vanderson
Fabinho
Wesley
(Maicon)
T: Aílton Ferraz
Gols: Fabinho, aos 14 minutos do primeiro tempo; Lucio Flavio, aos 33 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Alessandro (Botafogo); Marcos Marins, Têti, Douglas Assis, Márcio (Cabofriense)
Cartão vermelho: Marcos Marins
Árbitro: Marcelo de Souza Pinto (RJ)
Auxiliares: Ricardo Maurício de Almeida (RJ) e Lilian Bruno (RJ)
Data: 06/02/2008
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Público: 3.140 pagantes
Renda: R$ 55.000,00

3 comments Fevereiro 7, 2008

Botafogo 6 x 2 Mesquita – Engenhão

Zé Carlos - 35' - Engenhão 29/01/08

Mais uma maravilhosa escapada em plena hora do rush pra ver Botafogo x Mesquita, no Olímpico/Engenhão/João Havelange/ Estrelão.., como queiram. Depois de um pouco de fila no agora já mais bem aproveitado estacionamento, e um “ali não, é só pra camarote”, nos deparamos com o Engenhão com os clássicos 6.297 de sempre. Numm excelente primeiro tempo, liquidado em 20 minutos, e um segundo tempo bom… pra dormir, destaque para Jorge HenRY, Zé Carlos, Wellington Paulisteroy, AleShow(!) e Renato “D2” Silva (!), que não perdeu UMA dividida.

Em campo, mais uma vez a já “ex-azarada” camisa preta, contra o completamente branco uniforme do Mesquita. O jogo começa sonolento, com os dois times apenas se analizando. Aos 10 minutos, a primeira oportunidade do Fogão, numa cobrança de Lúcio FRACO, desviada para fora por “hermaaano Ferreeero”. Aos 16, uma boa jogada de Jorge HenRY pela direita, numa cobrança de escanteio rápida de Lúcio FRACO (!) Wellington Paulisteroy faz o gol maiscagadodoRio numa cabeçada que bateu na trave, na cabeça do goleiro, e entrou.

Daí pra frente, só pressão. Aos 19, mais uma boa jogada de Jorge HenRY, pela direita, num cruzamento perfeito para dentro da área, na medida para o cabeceio de Zé Carlos no canto esquerdo do goleiro. Aos 20, num passe pra dentro da área, e Jorge HenRY sofre penalty. A torcida bem que tentou, gritou Castillo mas quem cobrou mesmo foi Lúcio FRACO, canto direito, bem batido. Aos 23, Alessandro parte pela direita, joga para Wellington Paulista, que toca para Jorge HenRY cruzar na cabeça de Alessandro, facilmente defendida no meio do gol. Aos 31, Diguinho lança Wellington Paulista, que dribla o goleiro, mas fica sem ângulo para bater. 35 minutos e Zé Carlos fecha o caixão com uma cobrança perfeita (foto) no ângulo do goleiro Borges.

Pausa para o pipizinho….

Botafogo x Mesquita – parte 2: “Mira que tal, Castillo?!”

Feitas as necessidades no banheiro de estádio mais limpo e arrumado do Brasil (até o jogo da mulambada…), e depois de um “genial” mini-cachorro-quente, e mais uma cervejinha, voltamos para o segundo tempo. No primeiro minuto, Alessandro Lopes é expulso com o segundo amarelo, e tudo indica mais uma chuva de gols no Engenhão. Mas, como “tem coisas que…”, quem marcou primeiro no segundo tempo foi o Mesquita, em lindo lance de Leandro Netto pela esquerda, cortando para dentro da área entre Ferrero e Jorge Henique , finalizando forte no canto, sem chances para Castillo. O Resende passa a jogar recuado, com apenas 2 jogadores mais a frente, enquanto o Bota valoriza a posse de bola, e já aos 11 responde com uma cabeçada de AleShow, no rebote de um cruzamento de Jorge HenRY (sempre ele) pela direita: 5 a 1. Aos 13 minutos, AleShow marca mais um, da risca da área, mas o gol é bem anulado, pois Jorge HenRY, que deu o passe, estava impedido. Aos 18, Castillo, que já havia batido roupa numa bola teoricamente fácil, dá um tapinha mixuruca numa bola pela esquerda, e Edson solta a bomba no angulo esquerdo. 5 a 2. Aos 43, mais um gol bem anulado, mas o Fogão ainda fecharia o placar em 6 a 2, aos 47, em lindo passe de AleShow para Abedi bater bem no canto, e fazer sua clássica homenagem ao seu filho.

Agora é só torcer pra um jogo tão bom quanto o do primeiro tempo, no sábado.

Ficha do Jogo

Botafogo: Castillo, Alessandro, Renato Silva, Ferrero, Triguinho (Eduardo), Túlio, Diguinho, (Abedi), Lucio Flavio, Zé Carlos, Jorge Henrique, Wellington Paulista (Fábio) T: Cuca

 

Mesquita: Borges, Édson, Juan, Alessandro Lopes, Filipinho, Léo, Índio, Bruno Suzano (Vagner Eugênio), André Melo (Dé), Leandro Netto, Márcio Orelha, (Fábio Costa), T: Mário Marques

 

Gols: Wellington Paulista, aos 16, Zé Carlos, aos 19, Lucio Flavio, aos 22, Zé Carlos, aos 35 minutos do primeiro tempo; Leandro Netto, aos 6, Alessandro, aos 12, Édson, aos 18, Abedi, aos 47 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Triguinho, Ferrero, Diguinho, Fábio (Botafogo); Márcio Orelha, Borges, Alessandro Lopes, Dé (Mesquita)
Cartão vermelho: Alessandro Lopes
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Eduardo de Souza Couto (RJ)
Data: 30/01/2008
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Público: 6.576 pagantes
Renda: R$ 107.010,00

Add comment Fevereiro 1, 2008


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