Archive for Fevereiro, 2008
Maratona Tricolor em Março.
Por Felipe Abreu.
01/03
18h10m – Carioca 2008 – Fluminense x Cabofriense – Maracanã
05/03
21h50m – Libertadores 2008 – Fluminense x Arsenal (ARG) – Maracanã
08/03
18h10m – Carioca 2008 – Fluminense x Friburguense – Maracanã
12/03
21h45m – Carioca 2008 – Fluminense x Resende – Maracanã
15/03
18h10m – Carioca 2008 – Fluminense x Americano – Maracanã
19/03
19h30m – Libertadores 2008 – Libertad x Fluminense – Assunção
23/03
18h10m – Carioca 2008 – Fluminense x Vasco – Maracanã
26/03
19h30m – Carioca 2008 – Fluminense x Mesquita – Maracanã
30/03
18h10m – Carioca 2008 – Botafogo x Fluminense – Maracanã
Neste mês de Março, o Fluminense fará 10 jogos validos pelo campeonato Carioca e Taça Libertadores. O técnico Renato Gaúcho deverá usar uma equipe mista durante boa parte da Taça Rio, para focar e treinar os titulares para a disputa do torneio mais difícil do continente. A provável escalação para a estréia é: Fernando Henrique; Gabriel, Roger, Luiz Alberto, Junior César; Ygor, Arouca, Conca, Thiago Neves; Leandro Amaral (Dodô) e Washington.
Ainda não se sabe o desfecho do caso Leandro Amaral x Vasco, talvez ele consiga um efeito suspensivo e jogue a Taça Rio, caso não consiga, o seu substituto imediato será Dodô, obviamente.
Um adendo sobre o último jogo do Fluminense na Libertadores: O Tricolor foi o primeiro clube brasileiro a conseguir arrancar um ponto da LDU, no Equador. Nos últimos anos, Santos (duas vezes), São Paulo e Internacional perderam lá. Pela Libertadores, somente o Vélez conseguiu uma vitória, em 2006. A LDU derrotou outros adversários tradicionais, como, por exemplo, Colo Colo, River Plate e Penarol, o que valoriza muito o empate sem gols obtido semana passada.
Abaixo, os últimos jogos da LDU, em casa, pela Libertadores:
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2007 |
2006 |
2005 |
2004 |
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3 x 1 Colo Colo |
1 x 3 Velez |
3 x 0 Penarol |
3 x 0 Alianza Lima |
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1 x 1 River Plate |
5 x 0 Rocha |
1 x 0 Bolivar |
3 x 0 São Paulo |
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3 x 1 Caracas |
4 x 0 Universitário |
2 x 1 Santos |
5 x 1 Cobreloa |
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4 x 0 Atlético Nacional |
1 x 1 Danubio |
4 x 2 Santos |
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2 x 1 Internacional RS |
2 x 1 River Plate |
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Add comment Fevereiro 28, 2008
Sindicato da Comédia
Não, não teremos nenhuma piada sobre futebol nesse post. Nem sobre o Botafogo. Fujo um pouco do tema do Na Trave, para divulgar o excelente grupo de stand-up comedy carioca, o Sindicato da Comédia.
Espetáculos todas as terças-feiras às 21 horas na Casa de Cultura Laura Alvim.
Endereço: Avenida Vieira Souto, 176 – Ipanema.
Visitando o site, pode-se imprimir filipetas de desconto, saber um pouco mais sobre a história do stand-up comedy e ainda conferir mais vídeos.
Confiram: http://www.sindicatodacomedia.com
2 comments Fevereiro 26, 2008
A vinda do troféu da Liga dos Campeões para o Brasil
Sou um verdadeiro amante do futebol europeu. Dos times tradicionais, grandes seleções, torcidas, estádios , jogadores espetaculares, o charme dos torneios etc.
Semana passada me deparei com uma oportunidade única: ver de perto a belíssima taça da Liga dos Campeões, que estava em exibição no Jockey Clube.
Desde já agradeço ao meu amigo Pedro Pacca por arranjar convites para a festa de exibição da Taça na última sexta feira e por me passar estas fotos.
Com direito a cinema com 4 telas mostrando histórias do torneio, computadores com quiz sobre o torneio (marquei 126 pontos em 145
), Winning Eleven disponível para ser jogado, exposição de camisas de jogadores famosos e bolas de outras edições, pista de dança com música tecno, buffet de doces, bebidas variadas, petiscos deliciosos, muita gente famosa, além da própria taça, o evento não deixou a desejar.
Muitos jogadores e ex-jogadores compareceram ao Jockey, incluindo Bebeto, Mauro Silva, Paulo Sérgio, Élber, o lateral do Fluminense Gabriel, o atacante Somália (sem mancar) e a grande estrela da noite: Petkovic (depois falarei sobre isso).
Como já puderam ver pela foto anterior, a ex-BBB (tava cheio deles) Grazielli foi quem apresentou o evento. Demonstrando pouco conhecimento sobre futebol, ao menos ela teve jogo de cintura para manter o público atento e driblar algumas pequenas falhas da organização.
No meio da madrugada, o sérvio Petkovic chegou ao recinto. Como o jogador estava de aparente bom humor e receptividade acima do comum, Pedro Pacca tomou coragem e pediu para tirar uma foto com o meia.
Conhecido por ser um tanto antipático, ele nos surpreendeu e não fez qualquer objeção. Melhor para o Pedro, que fica com a foto como lembrança.
No fim das contas, o que posso dizer sobre o evento? Muito bem organizado, diferente, interessante. Uma forma excelente de divulgar este grande torneio por todo o mundo, dando a todos a oportunidade de saber um pouco mais sobre o futebol do velho continente.
Mais uma vez agradeço ao Pacca pelas fotos e me despeço deste post com cara de revista de fofoca recomendando a todos que acompanhem a UCL, que já está nas 8as de final.

3 comments Fevereiro 26, 2008
E o Oscar vai para…Flamengo
Durante toda a semana que passou, não houve outro assunto a ser discutido pelas pessoas nas ruas do Rio de Janeiro senão a decisão (e possibilidade de revanche) entre Flamengo e Botafogo. Claro, por mais natural que seja a expectativa criada em torno de uma final, havia ainda um ingrediente que tornaria as coisas mais tensas nessa partida: a polêmica decisão estadual de 2007.

Seguindo o script, já que houve a festa do cinema mundial ontem nos EUA, todos os pré-requisitos de um jogo decisivo estiveram presentes no roteiro: muitos jogadores se tornaram dúvidas por problemas de contusão, treinador fazendo muitas variações táticas para confundir o adversário, além do fato de que toda frase dita na véspera de tais jogos se tornam polêmicas, tal qual a do goleiro Castillo, que tinha dito que calaria o Maracanã, e a resposta de Cristian, ao chamar o arqueiro adversário de papagaio.
Como todo grande filme, a expectativa de casa cheia foi cumprida, e houve um público presente de mais de 80.000 pessoas para apreciar mais um duelo entre as duas equipes. Parecia um filme de western, tamanha era a tensão, e o respeito entre os técnicos. Tanto que no início da partida, as equipes ficaram apenas esperando quem iria disparar o primeiro tiro, ou melhor, pressionar o adversário em busca do gol.
Um dos candidatos a protagonista era Wellington Paulista, que se livrou de Jaílton e Ronaldo Angelim e acertou um forte chute cruzado para abrir o placar, diante de uma platéia sedenta por gols. O filme se manteve morno, apenas seguindo seu curso até o fim da primeira etapa. Mas como todo grande filme, é um erro grave tentar prever o final antes de seu desenrolar.
Chegou o momento da entrada em cena dos primeiros candidatos a coadjuvantes do jogo, Kleberson e Obina, que entraram para satisfazer uma parte do público que queria mudanças no roteiro do filme, no lugar dos não tão bons atores Jailton e Marcinho.
A segunda etapa começou com a equipe do Flamengo disposta a mudar os papéis de protagonista e coadjuvante do filme. Porém, quem assumiu essa posição foi o árbitro da partida, ao marcar um penalti que foi pivô de muita discussão, se tornando mais falado até do que a própria partida em si. O penalti em si foi marcado corretamente, já que o zagueiro alvi-negro Ferrero puxou Fabio Luciano pela camisa, o que configurava a infração. A reclamação dos botafoguenses consistia no fato de tal tipo de penalti nunca ser marcado por outros árbitros: polêmicas à parte, está na regra que esse tipo de lance deve ser marcado. Um detalhe no filme que muitos deixariam passar desapercebido: na discussão, o nosso segundo candidato a protagonista, Lúcio Flávio, levou cartão amarelo na confusão.
Convertida a penalidade por Ibson, acreditava-se que haveria uma calmaria para o espectador poder respirar e absorver os acontecimentos da história. Porém, o roteiro era eletrizante, e a ação só tendia a ficar mais intensa, com uma discussão generalizada que duraria 5 minutos e traria como saldo as expulsões de Souza (Flamengo) e Zé Carlos (Botafogo).
Com a saída dos dois atores em tal momento da história, ficou ainda mais difícil fazer qualquer tipo de previsão. Com as equipes em momento nervoso na partida, nervos a flor da pele, ocorre o terceiro ponto crítico do filme: Lúcio Flávio, contrariado com a decisão do árbitro de não marcar uma falta em Jorge Henrique, agride com um pontapé o jogador Juan, levando o segundo amarelo e sendo expulso de campo.

Os diretores do filme, Joel Santana e Cuca, estudavam maneiras de terminar o filme conforme suas vontades, assim Joel Santana, aproveitando-se do jogador a mais, lançou mão de um atacante e tirou um jogador de contenção, colocando Diego Tardelli no lugar de Toró. Nesse meio tempo, ainda houve um candidato a vilão da história, o botafoguense Ferrero, que poderia ter sido expulso após um carrinho desleal, lembrando um lance que ocorrera dias antes na Inglaterra e acarretou numa lesão grave do atacante brasileiro Eduardo da Silva.
O candidato a coadjuvante, Diego Tardelli, surpreendentemente superou os favoritos Leonardo Moura, Jorge Henrique, Ibson ou Lúcio Flávio, e ganhou o prêmio de principal atuação no filme, ao marcar um belo gol no apagar das luzes. O mais incrível é que nos últimos dois minutos de acréscimo, o time do Botafogo se portou de forma valente, e, mesmo com um homem a menos, quis terminar como os heróis clássicos, que mesmo na fraqueza supera o cara mais forte, criando duas chances claras de empatar o jogo, porém esbarrando na falta de sorte (não da pra dizer que aquela bola na trave foi falta de competência).
Após acreditar-se que estavam definidos os vencedores dos principais prêmios da noite, eis que, na coletiva de imprensa, todo o elenco do Botafogo, incluindo diretor, atores e até mesmo executivos das empresas, roubam a cena e ganham o prêmio de melhor filme, ao protagonizar uma cena desnecessária, dizendo que o Campeonato Carioca é o lugar “Onde os fracos não têm vez”.

Roteiro final: Flamengo 2 x 1 Botafogo
Efeitos sonoros: as torcidas, ao vibrarem com os gols de Wellington Paulista (Botafogo) , Ibson (Flamengo) e Diego Tardelli (Flamengo).
Melhores coadjuvantes: Leonardo Moura (participou dos 2 gols) e Wellington Paulista (fez um gol e deu muito trabalho à defesa adversária)
Melhor ator: Diego Tardelli
Diretor: Joel Santana, terminou o filme da maneira que preferiu.
Melhor Filme: mais uma final eletrizante entre as duas equipes
Prêmio Framboesa de Ouro: A cena lamentável na coletiva do Botafogo. Tal time merece muito respeito, o trabalho feito desde o presidente até o roupeiro é de se admirar, boas contratações a custo baixo, boa administração, um time muito dedicado em campo, excelente esquema tático, dentre outras virtudes. Porém, parece que querem jogar essa bela imagem no lixo ao ficar dando motivo para os outros torcedores fazerem chacota.

Próximos filmes: Flamengo x Cienciano (Copa Libertadores), quarta-feira 27/02
Rio Branco (AC) x Botafogo (Copa do Brasil), quarta-feira 27/02
4 comments Fevereiro 26, 2008
Treinadores e seus bruxos
Por Marcello Coimbra

Todo treinador tem os seus cupinxas, inclusive aqueles em que ele sempre confia para entrar no 2o tempo e mudar o panorama do jogo (mesmo que este já seja positivo).
Seguem os números desse ano:
Joel Santana no Flamengo – 9 jogos
Obina – 9 jogos, 8 entrando no 2o tempo e 1 começando como titular com o time reserva do Flamengo
Renato Gaúcho no Fluminense – 9 jogos
Cícero – 9 jogos, 8 entrando no 2o tempo e 1 como titular com o time reserva do Fluminense
Alfredo Sampaio no Vasco – 9 jogos
Abuda – 7 jogos, 6 entrando no 2o tempo 1 como titular com o time reserva do Vasco
Cuca no Botafogo – 8 jogos
Fábio – 8 jogos, 6 entrando no 2o tempo e 2 como titular no time reserva do Botafogo
Abedi – 7 jogos, 5 entrando no 2o tempo e 2 como titular no time reserva do Botafogo
Falta de opções ou mania dos treinadores?
2 comments Fevereiro 22, 2008
O preço de uma paixão
Impacto do preço dos ingressos no orçamento de um trabalhador
por Carlos Caroni
Breve histórico
O futebol é chamado por muitos de paixão nacional, e talvez seja uma das poucas formas de entretenimento capaz de unir pessoas de diferentes classes sociais em um mesmo ambiente.
Porém, devido ao aumento absurdo do preço dos ingressos nos últimos anos, essa realidade parece estar mudando.Para se ter uma idéia, a entrada da arquibancada no Campeonato Brasileiro de 2006 custava 15 reais. No ano seguinte, o preço para os jogos do primeiro turno do estadual simplesmente dobrou. Na época, através da rede de relacionamentos Orkut, torcedores dos quatro grandes times da cidade se organizaram para sensibilizar o Ministério Público.Por causa da grande quantidade de emails, o promotor Rodrigo Terra entrou com uma liminar, mas esta foi negada. Veja em: http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Arquivo/0,,AA1431733-8066,00.html
De qualquer maneira, a movimentação não foi totalmente em vão. A partir disso, os clubes decidiram que seriam cobrados 30 reais apenas nos clássicos. Contra pequenos, 20 reais.
Novo aumento e fiasco
Quando tudo parecia estar tranquilo, o torcedor foi mais uma vez pego de surpresa.Novo aumento foi definido para a fase final: entradas a 40 reais.Houve resistência por parte da torcida.O jogo entre Flamengo x Vasco, conhecido como Clássico dos Milhões, pela semifinal, levou pífios 23.791 pagantes ao Maracanã.Esse público foi menor do que o jogo de estréia do Flamengo contra a Cabofriense (28.712 pagantes).
Após o papelão, a diretoria rubro-negra se viu obrigada a baixar o custo do bilhete para a final. Uma “promoção” foi feita, e quem comprasse o ingresso do primeiro jogo ganhava o do segundo, pagando por cada um 20 reais. Um preço justo, na minha opinião.Mas isso não foi suficiente.Compareceram 38.226 pessoas para ver o Flamengo perder para o Madureira. Um detalhe pessoal: fiquei por volta de 4 horas nas Laranjeiras pra conseguir comprar as entradas.É impressionante a desorganização na venda, mas isso é tema para outro post.No segundo jogo, finalmente, público bom: 60 mil pessoas.
Peso no orçamento
Finalmente falarei sobre o que está escrito no título do artigo. Antes, é bom lembrar, que até o momento só me referi aos preços de arquibancada.As cadeiras inferiores que, aos poucos, voltaram a ser utilizadas em 2007 custavam 10 reais e em alguns jogos R$15,00.
Vamos agora imaginar o seguinte caso: Um torcedor que é auxiliar de serviços gerais e ganha salário mínimo foi, no setor mais barato do estádio,a todos os jogos do Flamengo no primeiro turno (incluindo a final contra o Botafogo).Esse mesmo torcedor necessita em um mês de uma cesta básica para se alimentar.
Após algumas contas veremos como o preço dos ingressos praticado no Carioca é fora da realidade.
Calculemos:
Gastos
Ingressos
Flamengo x Boavista – R$ 20,00;
Flamengo x Cardoso Moreira – R$ 20,00;
Flamengo x Duque de Caxias – R$ 20,00;
Flamengo x Macaé – R$ 20,00;
Flamengo x América – R$ 20,00;
Flamengo x Volta Redonda – R$ 20,00;
Flamengo x Fluminense – R$ 30,00;
Flamengo x Vasco – R$ 30,00;
Flamengo x Botafogo – R$ 30,00;
Total: R$ 210,00.
Transporte
Consideraremos que o torcedor use um ônibus sem ar-condicionado para ir e um para voltar.
Com a tarifa vigente (R$2,10) temos:R$ 4,20 x 9 jogos = R$ 37,80.
Alimentação
De acordo com a última pesquisa do Dieese, realizada em janeiro de 2008, o custo da cesta básica no Estado do Rio de Janeiro é de R$ 206,22.
Gasto com a alimentação: 412,44*
* O primeiro turno do Estadual foi realizado entre 20/01/08 e 24/02/08. Ou seja, durante dois meses do ano.
Total de gastos:
R$ 660,24.
Renda
De acordo com a Lei 5.168, de Dezembro de 2007, o salário mínimo no Estado do Rio de Janeiro é de R$ 470,34.
Portanto, ao longo dos dois meses em que o campeonato foi realizado, o trabalhador recebeu dois salários, contabilizando R$ 940,68.
Balanço
Subtraindo os gastos da renda, sobram apenas R$ 280,44.
Conclusão
É impossível para um trabalhador acompanhar o seu time com os preços atuais. Além dos gastos contabilizados em nossa conta ainda teríamos que considerar outras despesas, tais como condução para o trabalho, contas de água, telefone, etc.
Os clubes deveriam baixar o preço dos ingressos.Além da bilheteria não ser a sua principal fonte de receita, preço alto não significa maior retorno. A Apple foi chamada de louca por todos ao anunciar que venderia músicas para o Ipod a US$ 1,00. Pois bem, vendeu mais de 1 bilhão delas.Foge do segmento esportivo, mas é um exemplo a se pensar.
3 comments Fevereiro 21, 2008
Flu faz “dever de casa”.
Por Lipe_Tricolor

Finalmente, após um longo tempo, reestreiamos na Libertadores.
O Fluminense encarou a altitude (2850m) de Quito, no Equador, e o perigoso, principalmente em casa, time da LDU, que é o atual campeão Equatoriano.
O Fluminense, pelo elenco que tem, vinha de uma prematura eliminação da Taça Guanabara, o que abalou os jogadores e a torcida. Apesar de ter sido apenas a primeira derrota no ano, o trabalho do Renato vem sendo muito criticado desde então. Para recuperar um pouco a auto-estima e trazer paz até a estréia da Taça Rio, o Fluminense precisava trazer de Quito um bom resultado. E todos sabiam que não seria fácil. Além dos problemas trazidos pela altitude, o time da LDU é muito perigoso em casa e tem bem mais bagagem na Libertadores que o tricolor, e isso conta muito.
O primeiro tempo foi muito ruim para o Fluminense, o time parecia bastante nervoso e não conseguia passar do meio campo, nas poucas vezes em que conseguiu, perdeu a bola com facilidade, mas isso também se deve ao fato do ar rarefeito deixar a bola bem mais rápida. A LDU teve pelo menos quatro boas chances de abrir o placar, em uma delas, ocorreu um lance incrível em que os equatorianos, em três chutes seguidos perto da pequena área, não conseguiram fazer o gol. O tricolor só conseguiu a primeira finalização em um forte chute do Thiago Neves após os 40 minutos. Fomos para o intervalo com um 0 a 0 graças às boas defesas do goleiro Fernando Henrique.
Renato Gaúcho acertou em cheio, dessa vez, ao tirar Maurício e por Cícero em seu lugar. Aparentemente ele aprendeu com os erros de sábado. O time ganha muito com este jogador, que organiza o meio campo, marca bem e sabe sair jogando. Outro ponto para o Renato foi ter invertido o posicionamento do ataque, que era Thiago Neves – Washington – Leandro no primeiro tempo e virou Leandro – Washington – Thiago Neves no segundo. Melhoramos muito. Levamos perigo mais vezes ao gol da LDU, e no lance mais polêmico da partida, o goleiro deles defendeu um chute do Thiago Neves, com as mãos, fora da área. Seria a vitória do Fluminense, o amarelinho ficou muito barato… O jogo continuou em um bom ritmo até o final, Conca deu um novo gás ao meio campo e Roger entrou pra garantir o pontinho fora de casa.
Pelas chances criadas, achei o empate justo. Libertadores é isso aí, ganhar dentro de casa e não perder fora. O Fluminense fez a parte dele, fez o seu “dever de casa” em território hostil. Quem tinha a obrigação de vencer, e não o fez, era a LDU. Agora temos um pouco mais de uma semana de treinamento pra acertarmos detalhes e entrarmos bem na Taça Rio.
OBS: Apesar das grandes defesas, continuo achando que temos um goleiro fraquíssimo. Fernando Henrique sempre foi assim, pega as impossíveis e nos lances mais bobos entrega, como foi contra o Botafogo, por exemplo. Ontem ele quase entregou dando um soco ridículo na bola, que bateu nas costas do Gabriel e quase foi pro gol. Perto do final da partida, foi sair de soco na bola e acertou um murro no Luiz Alberto… Tomou um mega esporro do Thiago Silva logo em seguida. Abre o olho diretoria!
5 comments Fevereiro 21, 2008
Flu x LDU
Por Lipe_Tricolor
DATA: 20 de fevereiro de 2008
LOCAL: Casablanca (55.400 lugares)
ALTITUDE: 2850 metros
HORÁRIO: 21h45m
TRANSMISSÃO: Globo
ÁRBITRO: Albert Duarte, Colômbia
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Escalações:
LDU: Cevallos; Calle, Norberto Araujo, Rolando Campos; Urrutia (Ambrosi), Vera, Manso, Jaramillo, Bolaños; Kaviedes (Guerron) e Bieler. Técnico: Edgardo Bauza
FLUMINENSE: Fernando Henrique; Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto, Roger (Maurício), Jr. César; Ygor, Arouca (Maurício) e Thiago Neves; Washington e Leandro Amaral. Técnico: Renato Gaúcho.
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Curiosidades:
- O Fluminense reestréia na Libertadores após 23 anos.
- Será o primeiro jogo do Fluminense fora do Maracanã nesta temporada.
- Edmundo Zura, nome principal do Equador campeão panamericano foi da LDU para o rival Barcelona de Guaiaquil.
- A LDU está na segunda posição na liga nacional, em duas partidas foram duas vitórias.
Add comment Fevereiro 20, 2008
Desculpas
Gente, pedimos desculpas pelo período sem novas postagens.
Estamos desenvolvendo um sistema de estatísticas melhor, e por isso não atualizamos.
Tudo voltará ao normal já já.
Abraços, equipe do Na Trave !
Add comment Fevereiro 19, 2008
Botafogo 2 x 0 Fluminense.
Na visão de um Tricolor
O jogo foi até legal de se ver, com boas jogadas e chances para os dois lados, mas é claro que eu não gostei do resultado. Pelas chances dos dois times, eu acho que um empate seria mais justo, pois cada equipe dominou uma etapa, mas no futebol isso não existe. O próprio jogo contra o Flamengo foi equilibrado, mas saímos de lá com uma goleada. No primeiro tempo, apesar de algumas boas chances pro Fluminense, principalmente em cobranças de falta, o Botafogo foi mais perigoso e acabou fazendo um gol. Wellington Paulista completou um corner numa vacilada do Fernando Henrique. O Fluminense sentiu o golpe e não conseguiu criar muito até o final da etapa inicial. Mas devo ressaltar que o Washington teve um gol mal anulado, analisado pela TV, que poderia mudar a história do jogo. Mas… Erros acontecem, não é Bebeto?
Na segunda etapa, o jogo tendeu para o lado tricolor, já que precisávamos correr atrás do prejuízo. Conca entrou muito bem no lugar do Arouca, admito que não prestava muita atenção nele na época do Vasco, mas estou gostando muito do seu futebol, é um daqueles jogadores que podem mudar a cara do time quando necessário. Estávamos atacando e levando até um certo perigo ao gol alvinegro, mas aí o Renato Gaúcho fez a burrada do dia. Tirou o Maurício, que vinha sendo nosso melhor jogador de marcação, pra voltar com o esquema de três atacantes, que mal funcionava contra os times pequenos. Pronto, perdemos ali o meio campo, e o jogo que tendia para o nosso lado, voltou a ficar equilibrado. O Botafogo, que até então se limitava à defesa, passou a encaixar alguns contra-ataques perigosos, e numa dessas descidas conseguiu um pênalti, que decretou a vitória. Mas para mim, ela já havia sido anunciada aos 15 minutos do segundo tempo, com a mudança de esquema. Rest in peace 4-3-3.
E que venha a Taça Rio, que costuma dar sorte ao Tricolor.
Termino a minha análise com uma frase da entrevista do Washington:
“Quem está fazendo festa agora, pode chorar lá na frente.”
9 comments Fevereiro 17, 2008





